Este blog se trata de um projeto desenvolvido por mim em parceria com estudantes e ex-estudantes de Licenciatura em Artes Visuais, artistas visuais, Professores de Artes Visuais formados pelo Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Federal do Amapá. Aqui eu realizo e apresento proposições temáticas sobre ensino de arte que se tornam um desdobramento contínuo das ações de sala de aula pensadas em conjunto com meus estudantes.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
PLANO DE AULA: MULTICULTURALISMO: SURDEZ
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
PLANO DE ENSINO
I-Identificação
Curso: Artes Visuais
Disciplina: História do Ensino das Artes
Professor: Alexandre Pereira
Acadêmicos:
Lenilda Miranda
José Edison Moreira
Dionatan P. Alves
Roane Santana Barroso
Silnara Vidal dos Santos
Kaick Raimundo
Leiliane
II-Emenda: Este trabalho acadêmico pretende em primeiro momento discutir o método de ensino de artes com crianças surdas, abordando tópicos sociais, educacionais e históricos.
III-Objetivo: desenvolver uma compreensão de caráter conceitual sobre o ensino de artes em escolas públicas com pessoas surdas. Abordar pontos positivos e negativos deste modo de ensino. Centrar na forma de trabalho dos profissionais qualificados dessa área.
IV-Metodologia:
Banco de Imagens.
Discussão sobre o tema.
Aula Interativa.
V-Conteúdo Programático
Ensino especial nas escolas públicas.
Métodos de ensino de Artes para pessoas surdas.(teatro, dança, música, pintura, escultura, etc).
Deficiência no ensino especial.
VI-Bibliografia
LEITURA DE IMAGENS, CULTURA VISUAL E PRÁTICA EDUCATIVA de Maria Emilia Sardelich
MULTICULTURALISMO E CURRÍCULO EM AÇÃO: UM ESTUDO DE CASO. De Ana Canen e Angela Oliveira.
VII-Bibliografia Complementar
Surdo-cegueira e deficiência múltipla
Dicionario da língua brasileira de sinais libras - CONDE
A educação do surdo no brasil - Maria aparecida leite soares
Atualidade da educação Bilíngue para surdos - Carlos Skliar (Org).
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
PLANO DE ENSINO
I-Identificação
Curso: Artes Visuais
Disciplina: História do Ensino das Artes
Professor: Alexandre Pereira
Acadêmicos:
Lenilda Miranda
José Edison Moreira
Dionatan P. Alves
Roane Santana Barroso
Silnara Vidal dos Santos
Kaick Raimundo
Leiliane
II-Emenda: Este trabalho acadêmico pretende em primeiro momento discutir o método de ensino de artes com crianças surdas, abordando tópicos sociais, educacionais e históricos.
III-Objetivo: desenvolver uma compreensão de caráter conceitual sobre o ensino de artes em escolas públicas com pessoas surdas. Abordar pontos positivos e negativos deste modo de ensino. Centrar na forma de trabalho dos profissionais qualificados dessa área.
IV-Metodologia:
Banco de Imagens.
Discussão sobre o tema.
Aula Interativa.
V-Conteúdo Programático
Ensino especial nas escolas públicas.
Métodos de ensino de Artes para pessoas surdas.(teatro, dança, música, pintura, escultura, etc).
Deficiência no ensino especial.
VI-Bibliografia
LEITURA DE IMAGENS, CULTURA VISUAL E PRÁTICA EDUCATIVA de Maria Emilia Sardelich
MULTICULTURALISMO E CURRÍCULO EM AÇÃO: UM ESTUDO DE CASO. De Ana Canen e Angela Oliveira.
VII-Bibliografia Complementar
Surdo-cegueira e deficiência múltipla
Dicionario da língua brasileira de sinais libras - CONDE
A educação do surdo no brasil - Maria aparecida leite soares
Atualidade da educação Bilíngue para surdos - Carlos Skliar (Org).
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
modernidade e educação: somo todos idealistas
Modernos e tradicionais somos todos idealistas pois a escola é a primeira e última instância da sociedade.
Idealistas e messiânicos buscamos a salvação pela educação.
Mimética e acrítica a escola não é apenas a moldura, é o quadro onde a sociedade está representada.
Técnica e ciência a educação moderna modela a razão e ensina: Penso logo existo, raciocino, calculo, em detrimento do sou logo sinto, crio, experimento, invento, danço, significo...
A educação tradicional, parte do pressuposto de que representa mimeticamente a sociedade, portanto se exime da crítica - se ela é uma mímese da sociedade, por qual motivo a criticaria. E se fizer a crítica, como um feitiço mal feito, se voltaria para o feiticeiro.
O modelo tradicional da educação é conformista, porque não reconhece o impacto dialético do conhecimento como uma construção social. - justificado pelo motivo da compreensão tradicional do conhecimento escolar que é sintetizado em conteúdo, nomes, datas, formulas, cânones e repetições.
Os sujeitos do conhecimento estão mortos nas prateleiras, moribundos na fila do hino nacional ou catatônicos na repetição da fórmula curricular previamente estabelecido.
O modelo tradicional de educação descaracteriza professores e alunos. Deixa claro os espaços sociais de cada um dos sujeitos educacionais e nos informam a pertença do conhecimento. Pressupõe-se que tanto os sujeitos do conhecimento, quanto a educação, por mais que não sejam, devem se esforçar para serem neutros.
O currículo é um pacote fechado, propositivo, pesado, pronto, conta, regula e controla, sai das prateleiras da burocracia com regularidade, é entregue para professores e alunos carregarem ao longo do ano e ao final o lixo não será descartado, será reaproveitado, com alguma sorte reciclado e retornará ainda mais decadente.
Entre reciclados de arestas aparadas e enfeitados de novo, prefiro o trauma dos escombros que me possibilita, na precariedade, expor a delicadeza arriscada da reinvenção plausível.
A educação, o ensino e o conhecimento não despertam desejos e paixões, ou ao menos elas não são reveladas, mesmo quando destruídas pelo ódio. O melhor seria se a escola o ensino e a educação estivessem embriagadas de tesão.
Mas as paixões mundanas não tem espaço no modelo tradicional. Altruísta a educação tradicional quer parecer moral e portanto, busca salvar o mundo, apascentar as ovelhas e os lobos, ensina, educa, orienta, guia e doutrina alunos e principalmente professores.
A educação tradicional liberta pelo acumulo do conhecimento universal adquirido e por isso mesmo aprisiona pelo alijamento dos sujeitos da complexidade erótica do mundo social, onde as coisas tem pé, se sujam, respiram, passam fome, ostentam, negociam, brincam, brigam, roubam, doam, pedem, se atrevem, recuam, enfeitam-se e enfeiam-se.
Para o modelo tradicional da educação os sujeitos do conhecimento, transfigurados, desfigurados, sem identidade, cada um é apenas mais um tijolo no muro.
Idealistas e messiânicos buscamos a salvação pela educação.
Mimética e acrítica a escola não é apenas a moldura, é o quadro onde a sociedade está representada.
Técnica e ciência a educação moderna modela a razão e ensina: Penso logo existo, raciocino, calculo, em detrimento do sou logo sinto, crio, experimento, invento, danço, significo...
A educação tradicional, parte do pressuposto de que representa mimeticamente a sociedade, portanto se exime da crítica - se ela é uma mímese da sociedade, por qual motivo a criticaria. E se fizer a crítica, como um feitiço mal feito, se voltaria para o feiticeiro.
O modelo tradicional da educação é conformista, porque não reconhece o impacto dialético do conhecimento como uma construção social. - justificado pelo motivo da compreensão tradicional do conhecimento escolar que é sintetizado em conteúdo, nomes, datas, formulas, cânones e repetições.
Os sujeitos do conhecimento estão mortos nas prateleiras, moribundos na fila do hino nacional ou catatônicos na repetição da fórmula curricular previamente estabelecido.
O modelo tradicional de educação descaracteriza professores e alunos. Deixa claro os espaços sociais de cada um dos sujeitos educacionais e nos informam a pertença do conhecimento. Pressupõe-se que tanto os sujeitos do conhecimento, quanto a educação, por mais que não sejam, devem se esforçar para serem neutros.
O currículo é um pacote fechado, propositivo, pesado, pronto, conta, regula e controla, sai das prateleiras da burocracia com regularidade, é entregue para professores e alunos carregarem ao longo do ano e ao final o lixo não será descartado, será reaproveitado, com alguma sorte reciclado e retornará ainda mais decadente.
Entre reciclados de arestas aparadas e enfeitados de novo, prefiro o trauma dos escombros que me possibilita, na precariedade, expor a delicadeza arriscada da reinvenção plausível.
A educação, o ensino e o conhecimento não despertam desejos e paixões, ou ao menos elas não são reveladas, mesmo quando destruídas pelo ódio. O melhor seria se a escola o ensino e a educação estivessem embriagadas de tesão.
Mas as paixões mundanas não tem espaço no modelo tradicional. Altruísta a educação tradicional quer parecer moral e portanto, busca salvar o mundo, apascentar as ovelhas e os lobos, ensina, educa, orienta, guia e doutrina alunos e principalmente professores.
A educação tradicional liberta pelo acumulo do conhecimento universal adquirido e por isso mesmo aprisiona pelo alijamento dos sujeitos da complexidade erótica do mundo social, onde as coisas tem pé, se sujam, respiram, passam fome, ostentam, negociam, brincam, brigam, roubam, doam, pedem, se atrevem, recuam, enfeitam-se e enfeiam-se.
Para o modelo tradicional da educação os sujeitos do conhecimento, transfigurados, desfigurados, sem identidade, cada um é apenas mais um tijolo no muro.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Frutos do Efêmero: Seja bem vindo
Frutos do Efêmero: Seja bem vindo: Me lembro quanto estive na espanha das palavras de Rubens Alves que transladou para o livro Beleza poetica publicado pela editora vozes. "As...
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
PLANO DE AULA - MACHISMO
UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ
PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO
PLANO DE ENSINO
I – IDENTIFICAÇÃO
Curso: ARTES VISUAIS (LICENCIATURA)
Disciplina:
LA0606 - HISTÓRIA DO ENSINO DAS ARTES VISUAIS
Turma: 01AV120111
Ano Letivo: 2011
Semestre:
2
Turno: Vespertino
Carga Horária: 20 min
Acadêmicos :
Andressa Daniela Dias – 201184005
Cristiane Brito – 201184010
Ediene Dias Marques – 201184014
Gilse da Costa Travassos – 201184021
Jane Mororó Mota – 201184023
Jonayza Machado de Carvalho – 201184024
Laiane de Cássia Miranda – 201184030
Raquel Nunes – 201184043
Rodrigo Sousa –
Sandra Mila Pereira – 200384047
II – OBJETIVO GERAL
Estimular os acadêmicos da turma de 2011, do curso
de Artes Visuais, a refletirem sobre atitudes e pensamentos machistas, em busca
da construção de uma sociedade harmônica.
III – OBJETIVOS ESPECIFÍCOS
·
Comentar por escrito a respeito do
ditado popular: “Por trás de um grande homem existe uma grande mulher.”;
·
Visualizar e analisar as imagens
postadas no blog e nos slides;
·
Reconhecer as diferenças entre homens
e mulheres, respeitando a diversidade cultural, social, econômica. Visando uma
sociedade mais equilibrada.
IV – METODOLOGIA DE
ENSINO
Aula expositiva com apresentação de imagens,
produção de texto, analise de imagens e textos, defesa das abordagens sobre o
tema.
V – RECURSOS MATERIAIS:
Sala de aula, data show, computador, papel,
canetas, cadeiras etc.
VI – RECURSOS HUMANOS:
Professor Alexandre Pereira e acadêmicos do Curso
de Artes Visuais 2011.
V – CONTEÚDO
PROGRAMÁTICO
1) Histórico;
2) Diferenças
ou Desigualdade;
3) Hierarquia;
4) Diferenças
profissionais;
5)
Educação;
6)
Diferenças Psicológicas;
7)
Influencia Masculina na Língua.
VI –
AVALIAÇÃO
Avaliação no processo dar-se-á no decorrer de toda
a aula, através da observação, participação dos demais acadêmicos em meio de
debates.
VII – BIBLIOGRAFIA BÁSICA
Multiculturalismo
e currículo em ação: um estudo de caso. de ana canen e angela oliveira ;
Da avaliação das
compreensões às estratégias de ensino: o caso de uma pintura histórica
brasileira de teresinha sueli franz;
leitura de imagens, cultura visual e prática
educativa de maria emilia sardelich;
VI.I – BIBLIOGRAFIA
COMPLEMENTAR
Reestruturação educativa
e curricular e as agendas neoliberal e neoconservadora - entrevista
de michael apple, educador crítico que discute
temas contemporâneos da educação e como a agenda da direita e o
neoconservadorismo se comporta frente ao multiculturalismo e as demandas
dos novos movimentos sociais (negros, mulheres, homossexuais, ecologistas, etc)
que interagem no campo educacional.
Machismo uma realidade
decadente de magno holanda.
TENDÊNCIAS E CONCEPÇÕES DO ENSINO DE ARTE NA EDUCAÇÃO ESCOLAR BRASILEIRA: UM ESTUDO A PARTIR DA TRAJETÓRIA HISTÓRICA E SÓCIO-EPISTEMOLÓGICA DA ARTE/EDUCAÇÃO
Texto guia para aula dia 14 de outubro
Autores: Everson Melquiades Araújo Silva e Clarissa Martins de Araújo
Link para download do texto em pdf
Narrativa visual:
com imagens do Artista João Colagem
"João Colagem nasceu em 23 de julho de 1967, em Trindade - Goiás, Brasil. (Gideon Wille, historiador)
Na obra de João Colagem, “percebe-se que o barroco brasileiro casou-se com a sensibilidade holandesa para composição”.
Há alguns anos, João reside na Holanda, onde cria e expõe suas obras. Em seu ateliê também ministra aulas particulares e, em escolas, realiza oficinas". Fonte: http://www.vitrinedaarte.com.br/joao-colagem/
"Colagem: é a composição feita a partir do uso de matérias de diversas texturas, ou não, superpostas ou colocadas lado a lado, na criação de um motivo ou imagem. Foi utilizada por Picasso e Georges Braque, entre outros. Ela é uma técnica não muito antiga, criativa e bem divertida, que tem por procedimento juntar numa mesma imagem outras imagens de origens diferentes.
A colagem já era conhecida antes do Século XX, mas era considerada uma brincadeira de crianças. O cubismo foi o primeiro movimento artístico a utilizar colagem. Os cubistas colavam pedaços de jornal ou impressos em suas pinturas. A colagem como procedimento técnico tem uma história antiga, mas sua incorporação na arte do século XX, com o cubismo, representa um ponto de inflexão na medida em que liberta o artista do jugo da superfície. Ao abrigar no espaço do quadro elementos retirados da realidade - pedaços de jornal e papéis de todo tipo, tecido, madeira, objeto e outros -, a pintura passa a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura.
precedentes precoce: Técnicas de colagem foram utilizados pela primeira vez na época da invenção do papel na China , cerca de 200 aC. A utilização da colagem, no entanto, manteve-se muito limitada, até o século 10 no Japão , quando calígrafos começou a aplicar o papel colado, com textos sobre superfícies, ao escrever seus poemas.
A técnica de colagem apareceu na Europa medieval , durante o século 13. folha de ouro painéis começou a ser aplicado em catedrais góticas em torno do séculos 15 e 16. Gemas e outros metais preciosos foram aplicados a imagens religiosas, ícones , e também, brasões de armas .
No século 19, os métodos de colagem também foram utilizados entre colecionadores de memorabília (isto é, aplicado a álbuns de fotos ) e livros (isto é, de Hans Christian Andersen , Carl Spitzweg )". Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Colagem
"(...) a colagem poderá ser vista não como instrumento ou meio somente de um fazer artístico tecnicamente concebido, mas sim evidenciar a dimensão estética e a narrativa elaborada pelo estudante, entendendo a colagem como um eixo conceitual que permeia sim a produção plástica, mas também a elaboração crítica do contexto e tal produção de sentido.
Na colagem há uma indecisão narrativa, de caráter representacional ou antirrepresentacional (seja qual for o caso), tratando-se de um emblema para a cultura contemporânea, assim é necessário que seja proposto ao ensino de arte uma atenção crítico-pedagógica sobre a colagem" (fonte: Jociele Lampert - LAMPERT. Jociele. Deambulações sobre a contemporaneidade e o ensino das artes visuais e da cultura visual. In BARBOSA, A.M.; CUNHA. F.P da (orgs). A abordagem triangular no ensino das artes visuais. São Paulo: Cortez, 2010. p. 451-452.
http://www.colagem.com/nl/portfolio/1995/
2001 1: 35 x 25 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2001/
2001 3: 45 x 25 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2001/
2001 4: 24 x 40 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2001/
2009 1-C: 28,6 x 20 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2009/
2009 4-B: 61 x 33 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2009/
2009 1-A: 42,2 x 28 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2009
2005 12: 40 x 40 cm
http://www.colagem.com/nl/portfolio/2005/
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