quarta-feira, 10 de outubro de 2012

LEITURA DE IMAGENS, CULTURA VISUAL E PRÁTICA EDUCATIVA - MARIA EMILIA SARDELICH

Resumo:
 Quase tudo do pouco que sabemos sobre o conhecimento produzido nos chega pelos meios de informação e comunicação. Estes, por sua vez, também constroem imagens do mundo. Imagens para deleitar, entreter, vender, sugerindo o que devemos vestir, comer,aparentar, pensar. Em nossa sociedade contemporânea discute-se a necessidade de uma alfabetização visual, que se expressa em várias designações, como leitura de imagens e com- preensão crítica da cultura visual. Freqüentes mudanças de expressões e conceitos dificultam o entendimento dessas propostas para o currículo escolar, assim como a própria definição do professor ou professora que será responsável por esse conhecimento e seu referencial teó- rico. Este artigo apresenta os conceitos que fundamentam as propostas da leitura de imagens e cultura visual, sinalizando suas proximidades e distâncias. Contrasta alguns referenciais teó- ricos da antropologia, arte, educação, história, sociologia, e sugere linhas de trabalho em ambientes de aprendizagem para que se possa refletir a permanente formação docente.

fonte do artigo: http://www.scielo.br/pdf/cp/v36n128/v36n128a09.pdf







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Após a leitura disserte sobre a importância da cultura visual para o ensino de arte contemporâneo.




Maria Emilia Sardelich


Após a leitura disserte sobre a importância da cultura visual para o ensino de arte contemporâneo.

sábado, 28 de julho de 2012

Happening da Farinha Dourada


Happening da Farinha Dourada. Trabalho coletivo realizado pela Turma C de Licenciatura em Artes Visuais - PARFOR, em uma casa de farinha no Município de Mazagão no Amapá. De acordo com o Dicionário de Termos e Conceitos Artísticos do Instituto Itaú Cultual "O termo happening é criado no fim dos anos 1950 pelo americano Allan Kaprow para designar uma forma de arte que combina artes visuais e um teatro sui generis, sem texto nem representação. Nos espetáculos, distintos materiais e elementos são orquestrados de forma a aproximar o espectador, fazendo-o participar da cena proposta pelo artista (nesse sentido, o happening se distingue da performance, na qual não há participação do público). Os eventos apresentam estrutura flexível, sem começo, meio e fim. As improvisações conduzem a cena - ritmada pelas ideias de acaso e espontaneidade - em contextos variados como ruas, antigos lofts, lojas vazias e outros. O happening ocorre em tempo real, como o teatro e a ópera, mas recusa as convenções artísticas. Não há enredo, apenas palavras sem sentido literal, assim como não há separação entre o público e o espetáculo. Do mesmo modo, os "atores" não são profissionais, mas pessoas comuns. O happening é gerado na ação e, como tal, não pode ser reproduzido. Seu modelo primeiro são as rotinas e, com isso, ele borra deliberadamente as fronteiras entre arte e vida" (fonte:http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=termos_texto&cd_verbete=3647&lst_palavras&cd_idioma=28555&cd_item=8)

Registros feitos pela Discente Eldaci da Costa Leite



















































































































































































































Registros feitos pela Discente Silvania da Fonseca Ramos